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~ segunda-feira, 11 de agosto de 2008 |
Diana encarava a novata quase com tédio. Já perdera a conta de quantas pessoas chegaram no Instituto nos ultimos 5 anos e quantas sairam. Ela era uma das pessoas que mais conhecia mutantes no planeta. Era aprendiz do próprio professor Xavier, pois seus poderes invadiam mentes alheias.
- Disse que se chamava Carly, certo?
- Isso mesmo.
(...)
A menina tinha dez anos quando leu o primeiro pensamento que não lhe pertencia. Se pedissemos para ela cita-lo, Diana diria apenas que as palavras pirralha e imbecil estavam na frase que ela captou. E ela jamais revelaria que a autora de tal pensamento fora sua mãe na noite em que saiu de casa abandonando ela e seu pai.
- Amo você, querida. - Murmurou o pai para ela a abraçando. - Não se preocupe, vai ficar tudo bem. Υπόσχεση¹.
- Estou bem, papai. Ela que é uma imbecil.- Resmungou com muita raiva Diana. Mas no exato momento em que sua mão encostou em seu pai, ela pôde enxergar toda a história que desconhecia. Supresa e confusa afastou-se do pai. - Pode me explicar porque vejo o que as pessoas pensam ou fazem?
- Como disse? - Ele franziu a testa. - Do que está falando querida?
Sebastian Quiron era um homem amavel. Mas achou esquisito que a filha dissese algo como aquilo. Mesmo com dez anos, Diana era muito mais madura que as garotas de sua idade e nunca inventaria coisas que usassem tanto da imaginação. Além do que ela nunca o repelira.
- Nada. - Murmurou ela desanimada.
(...)
Aos 11 anos, no metrô, a menina sentiu uma terrivel dor de cabeça. Suspirou. Isso acontecera demais durante o ultimo ano, quando ela estava em locais muito cheios. Sebastian estava a seu lado, a encarando inquieto. Sempre percebia quando a filha não estava bem.
- Calma, Di. Iremos para casa.- Ele murmurou. A menina o encarou e lamentou em silêncio. Via os pensamentos do pai e
sabia que ele estava muito preocupado. Talvez devesse contar a ele.
(...)
- Di, querida, venha até aqui. - Diana escutou os gritos do pai vindo da sala do pequeno loft. Não que ele prescisasse gritar para ser ouvido. O loft era extremamente pequeno. Tanto é que só teria um quarto caso Sebastian não houvesse mandado instalar uma especie de parede para dividir o tal quarto em dois. A menina saiu do próprio quarto e dirigiu-se a sala onde estava o pai.
- Sim? - Ela entrara na sala distraida, nem ao menos notara que o pai estava acompanhado.
- Querida, acho que você vai para o Instituto Xavier. - Diana ergueu os olhos e se surpreendeu ao dar de cara não só com o pai (que estava de olhos vermelhos), mas sim com mais duas pessoas. Um homem azul de aparência selvagem a encarava e um senhor de cadeira de rodas.
(...)
Após cinco anos tendo pouco contato com o pai biologico, escolhera para si um 'novo' pai. O professor Xavier. Agora fitava Carly com um olhar divertido. A novata a sua frente parecia decididamente assustada com sua habilidade. Diana sorriu de leve. Era uma de suas obrigações fazer com que os alunos se sentissem normais e bem vindos.
Postado por Mutantes
às 13:42
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~ quarta-feira, 23 de julho de 2008 |
Os garotos se entreolharam e repiraram aliviados. Os dois tinham certeza que Rossi ia no minimo queima-los até que os dois estivessem ao ponto.
- Dale, talvez você deva devolver a chave da moto da Ross.
- Eu vou devolver. Depois de dar uma volta.
Chuck meneou a cabeça sorrindo e subiu as escadas para dentro do instituto. Sabia que não adiantaria falar nada. Dale daria uma volta na moto.
(...)
Dale Carter nasceu em Manhattan, mas adoraria dizer que cresceu em qualquer outro lugar do mundo. Talvez porque seus pais sejam tão indiferentes a ponto de gerar certo ódio no garoto. Camille Carter era a nova estilista do momento e estava se tornando famosa numa velocidade impressionante. Nunca consiguiria dar a atenção que o filho tanto prescisava. Robert Carter, por sua vez, era o candidato que estava fazendo o maior sucesso ao concorrer para senador. Dale teria de ficar em segundo lugar enquanto o pai não conseguisse se mudar para a Casa Branca levando a mulher e os dois filhos. Rosalie Carter era três anos mais nova que Dale e via no irmão mais velho uma referência. Na verdade, ele era sua única referencia e o garoto não tinha um comportamento muito exemplar. Levava frequentemente bilhetes de advertencia, suspensões e coisas do gênero para casa.
Aos sete anos e com a irmãzinha de quatro, garoto resolveu aprontar uma. Talvez conseguisse um pouco da atenção dos pais para si. A menina tinha os olhos mais cinzentos que já foram vistos na face da terra e os cabelos extremamente negros.
- Rose, eu sei como voar.
- Mentiloso.
- Estou falando sério. Você estica os brços e fica que nem o super homem. Aí eu, com meus super poderes, faço você voar.
- Você não super homi.
- Eu sei. Mas eu também tenho super poderes.
A menininha encarou o irmão com um olhar quase cético. Para uma criança de quatro anos, Rosalie era extremamente esperta. Ficou de pé depois de alguma dificuldade para se equilibrar e esticou os dois braços curtos para cima.
- Plove.
Dale sorriu um sorriso mais sapeca e com um aceno, a menina voou alguns centimetros enquanto sorria de alegria.
- Mais alto! - Gritou alegremente a menina enquanto o irmão se esforçava para agrada-la. A porta se abriu e uma governanta distraida, Vivien, entrou no aposento. A mulher não reparou que sua protegida flutuava até encara-la.
- Rosalie! - Exclamou ela horrorizada. Com o susto, Dale distraiu-se e deixou a irmã cair. A pequena começou a chorar, afinal caira de certa altura. A governanta não olhara para o menino nem por um segundo. Ela saiu do quarto o mais rapido que pode chamando Camille.
- Estou perdido. - Murmurou ele para si mesmo.
(...)
Aos dez anos, o rapaz estava na quinta série. Talvez ele fosse um dos mais inteligentes de sua turma, mas o fator comportamento ajudava a fazer com que suas notas caisem. O garoto estava cada vez pior, tanto que já fora expulso de uma das várias escolas particulares que cursara. Ninguém conseguia explicar como ele aparecia em determinados lugares sem ser visto. Exceto seus melhores amigos e Rosalie. Aos 14 anos, já sabia de tudo que podia fazer e controlava bem seus poderes. Não que isso significasse que os usava bem.
- Dale, vamos pegar o gabarito da prova de amanhã?
- Não presciso disso. - Resmungou o rapaz a Michael
- Mas eu presciso.
- Então vá pegar.
- Você que vai. Você fica invisivel, cara!
- Me conte uma novidade. - Dale levantou e revirou os olhos. No segundo seguinte não estava mais ali. Ele havia ido parar na sala dos professores.
(...)
Camille estava sentada na poltrona que mais gostava e encarava o nada enquanto saboreava uma bebida cara. Seus cabelos loiros caiam-lhe pelos ombros e as roupas estavam impecaveis. Como sempre. Rosalie mascava um chiclete nervosamente. Agora que havia contado a mãe a ultima das armações do irmão, sentia-se culpada. Mas ele sempre cuidara dela e estava na hora de retribuir. Mesmo que ele não fosse gostar nada do que ia acontecer. As duas esperavam na sala do apartamento duplex pelo rapaz que agora tinha 15 anos. Não demorou muito e Dale surgiu no meio da sala, não se incomodou em falar com a mãe e acenou de leve para a irmã. Quando ele ia dirigir-se para o próprio quarto, quando ouviu a voz da mãe dirigindo-se a ele. Isso acontecia com tão pouca frequência que ele perdera a conta de quantos meses ela não fazia isso.
- Dale.
- Sim? - Perguntou sem se virar.
- Podemos conversar?
- Claro. - Ele voltou e sentou no mesmo sofá que a irmã.
- Eu sei que você é esquisito e faz coisas estranhas como essa de surgir nos lugares, Dale. E não me importo nenhum pouco. Eu não tenho nada a ver com isso. Mas é inadmissivel que manche o nome da familia. Principalmente roubando e vendendo respostas para provas.
- E você se importa com alguma coisa além de você mesma desde...?
- Imbecil.- Camille disse isso com uma calma tão grande que assustou Rosalie.- Amanhã você irá para o Instituto Xavier para jovens estranhos. Espero que esse lugar ensine a você a respeitar as pessoas.
- Eu não vou a lugar nenhum. - Resmungou ele levantando e indo para seu quarto. Dias depois, acordou no Instituto Xavier sem saber como havia parado ali. Estava no Instituto a um ano e tinha o melhor amigo que poderia querer, Charles Torrance. Além de Ross, uma garota esquentadinha que adora pertubar. Achara sua verdadeira familia
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às 22:50
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~ segunda-feira, 30 de junho de 2008 |
Os rapazes admiravam a moto em silêncio com sorrisos nos rostos. Ambos se abaixaram ao mesmo tempo ao escutar os passos de alguém chegando a garagem. Segundos depois, uma bola de fogo passou exatamente onde suas cabeças estavam antes.
- Ross, faz muito mal em ser tão precipitada. A garota sorriu. Rossi sempre foi uma garota precipitada. Em tudo.
(...)
Aos dois anos de idade fora deixada a porta de um orfanato italiano com uma carta que explicava o porque da mãe estar abandonando-lhe. A diretora escondeu a tal carta em seu cofre e nunca entregou a ninguém, apesar de todos saberem da existência. Rossi era uma criança independente, promotora de travessuras. A diretora sempre sabia que se algo acontecia, a menina estava no comando.
Quando completara 10 anos, Rossi e alguns amigos resolveram que era hora de descobrir quem eram os pais da menina.
- Ross, porque toda essa curiosidade?
- Você não iria querer saber quem são seus pais, Alice? - Retrucou Ross para Alice Fisher, uma garota magrinha que tinha os cabelos louro-platinados.
- Tanto faz. - A garota se ressentia por ela mesma não ter aquela oportunidade. Os quatro que estavam ali eram os que tinham pior comportamento no orfanato e suas famas os precediam. Que casal iria querer adotar crianças que sabiam serem extremamente sapecas? As chances de alguém adotar um dos quatro era minima.
- Podemos repassar o plano? - Pediu Matthew Olsen o que fez Napoleon Costa suspirar. Matt sempre queria revisar planos inumeras vezes e isso irritava a todos. Principalmente a Leon.
- Claro, Matt. - Respondeu Rossi lançando um olhar de aviso a Leon.
(...)
Horas mais tarde, Rossi descansava em sua cama com a tal carta em mãos e os outros três cercando-a.
- O que tem escrito aí? - Indagou Alice.
- Minha mãe cometeu um erro. E graças a ele não tinha condições de me criar.- Ela parou um pouco de ler e fitou o papel não acreditando no que havia escrito.- E meu pai é Franco Bertolli.
Todos os franceses do submundo sabem quem é Franco Bertolli. Franco é o chefe da máfica local e controla simplesmente todas as ações criminais de grande porte da Itália. Ele era muito rico e sequer tinha ficha policial.
- Como disse? - Quis certificar-se Matt.
- Franco Bertolli?- Tentou entender Leon.
- Rossi é rica e o pai provavelemente nem sabe da existência dela. - Resmungou Alice tentando conter o animo dos outros dois.
- Na verdade, ele que mandou ela me deixar aqui. Seria muito perigoso para mim ser filha de alguém como ele. - Ross sorriu para si mesma. Logo iria procurar o pai.
(...)
Aos 12 anos, Ross quase botou fogo em todo o orfanato e não conseguiu explicar como fez tal coisa. Ela começou ali a entender que era diferente. E certa noite, foi depertada por Napoleon. O garoto a cutucara de leve até lhe acordar.
- O que houve, Leon? - Ela murmurou sonolenta.
- Ross, algo estranho está acontecendo comigo. Eu tenho especies de visões enquanto durmo. Eu vi você colocando fogo no orfanato acidentalmente. E vi a diretora nos mandando embora...
- Leon, por favor, vá dormir. Não deve ser nada. Ela simplesmente coompreendeu que Leon era como ela. Diferente.
(...)
Aos 15 anos, a diretora procurou a garota e seus três amigos.
- Lamento, queridos. Os quatro tem 15 anos. E todos conhecem as regras. É impossivel que permaneçam aqui. Poderiamos contratar as meninas como criadas mas os rapazes não poderiam permanecer. - Os quatro se entreolharam.
- Vamos todos embora, diretora. Somos gratos por ter nos acolhido por todos esses anos. - Rossi virou-se para sair e sorriu para os companheiros. Os quatro sabiam o que fariam a seguir. Procurariam Franco Bertolli.
(...)
Franco Bertolli os recebeu a contragosto, não deixara sequer a secretária explicar que se tratava de um grupo de adolescentes e uma delas insistia que era filha dele.
- O que querem, moleques? Não tenho tempo para idiotices.
- Sr. Bertolli, eu sou Rossi Bertolli.- O homem ergueu uma sobrancelha.
- E...?
- Bem, sou filha de Carmen Holmes.
- É minha filha? - O homem parecia supreso. Carmen era sua atual esposa e ele estava ciente do fato de que os dois tiveram uma filha quando ele ainda estava casado com sua terceira esposa. Após o nascimento da menina e o abandono da mesma, Carmen ficara esteril. E Franco não tinha outros herdeiros. A garota parecia demais com ele, exceto os cabelos que eram idênticos aos da mãe. - Você é linda, Rossi.
Alice e Matthew reviraram os olhos. Leon apenas concordou levemente. O que não passou despercebido por Franco.
- Quem são os três?
- Amigos. Que fiz no orfanato. - O homem resolveu que os três não mereciam qualquer atenção. Logo Rossi estava morando com o pai e a mãe como sempre quis. E os amigos estavam hospedados em um hotel proximo. Tudo correu maravilhosamente bem durante um ano. Até que...
(...)
Leon visitava os Bertolli quase todos os dias. E em algumas de suas visitas, Rossi e ele brigavam. Nada grave, no outro dia estavam em perfeita harmonia. Até certa vez. Ambos tinham agora 16 anos.
- Como disse?
- Acho que estou gostando de Alice, Ross. - A garota estreitou os olhos e ficou de costas para o amigo. Leon percebeu a subita mudança de temperatura no ambiente.
- Ross, acalme-se. Eu estava brincando. Todos sabem que gosto de você. Exceto você. Até agora.
- E você e a Alice já...? - Rossi não estava mais ouvindo. O fogo começou baixo.
- Eu acho que vou embora, Ross. Acalme-se. - O rapaz dirigiu-se a porta e a abriu. Leon nunca mais foi bem vindo a casa dos Bertolli. Principalmente porque o incêndio se alastrou e queimou toda a casa, matando Carmen e Franco enquanto dormiam. Ross era a única herdeira da fortuna de Franco e foi para o Instituto Xavier.
Agora Rossi fitava dois rapazes irritada. Ela chegara ali a um mês e Dale Carter e Chuck Torrance dedicavam a vida a importuna-la. Não gostou de estar prestes a incendiar a garagem como fizera em casa. Suspirou e sorriu para si mesma ao constatar que chamuscara os cabelos de Dale.
Postado por Mutantes
às 14:51
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~ sábado, 28 de junho de 2008 |
O sol estava forte deixando um clima extremamente agradavel dentro do instituto Xavier para jovens super dotados. As pessoas divertiam-se nos jardins e em seus dormitórios. E como estavam em agosto, ainda estavam no recesso escolar. Graças a isso o lugar estava uma bagunça divertida.
A garota morena piscou os olhos algumas vezes para ter certeza de que estava vendo bem. Crianças e até mesmo adolescentes atravessavam o corredor a sua frente correndo. Só podia ser um pesadelo. As luvas que usava estavam ensopadas de suor. O nervosismo dela era mais do que claro.
- Prescisa de ajuda?- Carly virou-se para descobrir de onde vinha a voz. Um loiro a encarava com uma expressão divertida.
- Depende. Quem é você?
- Desculpe a indelicadeza, novata. Sou Dale Carter, a seu dispor.
- Sou Carly.
Um grande cão branco surgiu e passou na frente dos dois, aquilo provovou um acesso de riso em Dale e confusão na garota.
- São permitidos animais?
- Não. Mas Chuck não é um animal, não é Chuck? - Dale afagou a cabeça do cachorro que afastou-se dele. Carly deu um passo para trás temerosa e olhou ao redor para ver suas chances de fugir caso o cachorro a atacasse. Quando voltou a encarar Dale e ocão, se supreendeu. Não hava mais cão nenhum. Um garoto de cabelos negros a encarava sorrindo.
- Sou Charles Torrance, Carly. Mas me chame de Chuck. - O rapaz se virou para o loiro.- Melhor correr. Ross está uma fera com a gente. Acha que escondemos as chaves da moto dela de novo.
Dale piscou um olho e sorriu.
- Ela não está toda errada, certo?- Dale fez uma cômica reverência a Carly. -Temos de ir. Se prescisar de ajuda com a mala, chame Diana. E diga a ela que eu que mandei.
Os dois rapazes correram escada a baixo deixando para trás uma Carly confusa. Uma moça desceu as escadas bufando, ela tinha os cabelos levemente ruivos, quase castanhos.
- Eu vou matar Dale e Charles! - Ela quase gritou para si mesma. Tinha um sotaque italiano e parecia se controlar para não fazer algo. Se dirigiu a morena que a cada minuto estava mais convencida de que estava no lugar errado.- Mi dispiace, mas viu dois idiotas passando por aqui?
- Controle-se, Ross. Ou vai incendiar todo o instituto. - Uma voz serena foi ouvida e uma garota de cabelos castanhos desceu as escadas. - Dale pediu para eu te ajudar com as malas, novata. O que você pode fazer? E aproposito, sou Diana Quiron. - A recem chegada olhava fixamente para as luvas da morena, mas logo levantou os olhos e sorriu.
- Sì, lo so. Mas aqueles dois esconderam mia moto de novo! - A garota chamada Ross tentou se justificar.
- Eu? Eu não faço nada. Pode me ajudar, Diana? O que você faz? - Indagou Carly ansiosa para mudar de asunto. Diana egueu uma sobrancelha no que foi imitada por Ross.
- Claro que faz alguma coisa. Mas se prefere não contar... Vamos carregar suas malas, certo? Mas evite tocar em mim. É uma sensação um pouco desagradavel para nós duas apesar de não fazer nenhum mal de verdade.
- Subam. Io vou descer. - Rossi desceu as escadas rapidamente.
(... continua)
Postado por Mutantes
às 19:08